Internetworker - Eng. Rafael Carvalho

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Sexta-feira, 5 de Setembro de 2008

QOS - Prática



A prática de hoje será baseada nesta topologia.
É um pouco semelhante a vista anteriormente, porém com configurações de banda com trafego prioritário e banda minima garantida
Clique na figura para ampliá-la.




Domingo, 17 de Agosto de 2008

Exame QOS da Cisco


Fui aprovado no exame de QOS da Cisco.
Tirei 940 em 1000.
Rumo ao CCVP. Próximo exama CVOICE. Já comprei o Cisco Press, estou aguardando o livro chegar.

QOS-Ferramentas para Eficiencia


Shaping – é usado para atrasar tráfegos que estão acima da taxa de transmissão definidos administrativamente. Estes pacotes são colocados em buffers para moldar o fluxo de pacotes quando a taxa de transmissão da origem está maior que o esperado.

Fragmentar e “Interleaving” – em circuitos WANs com baixa velocidade de transmissão, pacotes grandes levam um tempo relativamente longo para serem introduzidos no meio de transmissão (atraso de serialização). Este atraso pode facilmente fazer com que os pacotes de voz excedam os limites de atraso e ou jitter. Existem duas ferramentas para abrandar o atraso de serialização em links lentos (768kbps). São eles o Multilink PPP Link Fragmentation and Interleaving
(MLP LFI) e Frame Relay Fragmentation (FRF.12). Essas ferramentas fazem com que pacotes grandes sejam fragmentados em pacotes menores . Quando um pacote de prioridade mais alta ou de aplicações sensíveis a atrasos são enviados pelo link WAN estes são introduzidos entre os pacotes fragmentos.


Compressão – técnicas de compressão como cRTP (compressed Real-Time Protocol) minimiza a utilização da banda e por isso são amplamente adotadas em links lentos. Com 40bytees, o cabeçalho de um pacote VoIP é relativamente grande o que pode representar 2/3 do pacote VoIP. Para impedir o consumo desnecessário da banda você pode usar a compressão cRTP o qual comprimi cabeçalhos IP/UDP/RTP de 40bytes para aproximadamente 2 ou 4 bytes..

Sábado, 9 de Agosto de 2008

QOS - Ferramentas de Enfileiramento



Ferramentas de enfileiramento determinam com um frame/pacote saí de um dispositivo.
Dispositivos possuem buffers que permitem planejar que pacotes de alta prioridade saiam primeiro que os de baixa prioridade., o que é chamado de enfileiramento.

Algoritmos de enfileiramento são ativados somente quando um dispositivo está congestionado e são desativados quando o congestionamento termina. As principais softwares da Cisco de ferramentas de enfileiramento são Low Latency Queueing (LLQ), o qual provê prioridade severa e é utilizada em aplicações de tempo real, como VoIP; e Class-Based Weighted Fair Queuing (CBWFQ), o qual provê garantia de banda por classes de trafego e distribuição justa dos fluxos entre as classes.

QOS - Policiamento


Ferramentas de policiamento determinam se os pacotes estão de acordo com a taxa de transmissão definida pelo administrador da rede e toma as ações correspondentes. Essas ações podem ser, marcar, remarcar ou descartar um pacote.

Um policiador básico monitora em uma única taxa de transmissão: trafego igual ou inferior é definido com conforme, enquanto trafego acima da taxa de transmissão é considerado excedente. De outro modo, um algoritmo de policiamento dual-rate é análogo ao semáforo. Trafego igual ou inferior a taxa principal (sinal verde) é considerado conforme. Trafego com taxa moderadamente acima da taxa principal é permitido (sinal amarelo) e é considerado com taxa excedente. Entretanto,trafego claramente muito acima do tolerado (sinal vermelho) é considerado taxa violada.

QOS - Classificando e Marcando - teoria



O primeiro elemento de uma política de QOS é classificar/identificar o trafego que será tratado diferentemente. Seguindo a classificação, a marcação pode alterar um atributo de um frame ou de um pacote para um valor especifico. Com a marcação se estabelece a área de confiança, as quais as ferramentas de enfileiramento dependem.

Ferramentas de classificação e marcação estabelecem a área de confiança examinando :

• Parâmetros da Camada 2 – 802.1Q Class of Service (Cós) bits, Multiprotocol Label Switching Experimental Values (MPLS EXP)
• Parâmetros da Camada 3 – IP Precedence (IPP), Differentiated Services Code Points (DSCP), IP Explicit, Congestion Notification (ECN), endereço IP de origem e de destino.
• Parâmetros da Camada 4 – Protocolos L4 (TCP/UDP), portas de origem e destino.
• Parâmetros da Camada 7 – assinatura de aplicações via Network Based Application Recognition (NBAR)




NBAR é uma tecnologia proprietária da Cisco que identifica protocolos da camada de aplicação.

O trafego só pode ser policiado depois de ter sido corretamente classificado. Para impedir a necessidade de repetir e classificar detalhadamente em todos os nós, os pacotes podem ser marcados de acorodo com o seu nível de serviço. Em analogia: imagina que cada pessoa do sistema de correios deveria ter que abrir cada carta para determinar sua respectiva prioridade. Lógico que seria melhor que primeiro funcionário selar a carta com algo que indique seu nível de prioridade determinado durante cada fase do processo de entrega. Igualmente, as ferramentas de marcação podem ser usadas para indicar o respectivo nível de serviço adicionando atributos no cabeçalho dos frames/pacotes e assim, esta detalhada classificação não precisa ser feita em cada salto. Em uma grande empresa, marcaão é feita na camada 2 ou na camada 3, utilizando os seguintes campos como mostra a figura :



• 802.1Q/p Class of Service (CoS)— frames Ethernet podem ser marcados na camada 2 com sua importancia relatica usando 802.1p User Priority bits do cabeçalho 802.1Q. Somente 3 bits estão disponíveis para marcação 802.1p. Portanto, somente 8 classe de serviços peodem ser marcadas usando frames Ethernet de camada 2.

• IP Type of Service (ToS) byte— como as infomações L2 mudam a medida que o pacote muda de rede, uma marcação L3 é necessária. O segundo byte em um pacote Ipv4 é o ToS byte. Os 3 primeiros bits do ToS byte são os IPP bits. Estes três bits combinados com os próximos 3 bits são conhecidos respectivamento como DSCP bit.
Os IP Precedence bits, assim como 802.1p Cós bits, permitem somente 8 valores para marcação (0-7):

– Valores IPP 6 e 7 são geralmente reservados para controle de trafego e roteamento
– Valores IPP 5 são recomendados para voz
– Valores IPP 4 são utilizados para videoconferência e fluxo de video streaming.
– Valores IPP 3 são para controle de voz (sinalização)
– Valores IPP 1 e 2 podem ser usados para aplicações
– Valores IPP 0 é o valor default de marcação.

Grandes empresas consideram marcação IPP restritiva e limitante, usando em seu lugar o modelo de marcação DSCP com 6 bits, ou seja, 64 valores de marcação.

Os últimos 2 bits são usados pra avisar ao transmissor TCP se ocorre ou não congestionamento durante a transmissão. Deste modo, o transmissor pode ajustar sua janela TCP, assim ele nõ envia mais tráfego que o serviço pode suportar. Inicialmente, descarte de pacotes era o único modo para alertar o transmissor. Usando o IP ECN, entretanto, notificação de congestionamento pode ser feitas sem o descarte de pacotes. O primeiro bit IP ECN (sétimo bit do ToS byte) é usado para indicar se o equipamento suporta IP ECN e o segundo bit IP ENC (último bit do ToS byte) é usado para indicar se houve congestionamento (0=”sem congestionamento”; 1=”ocorreu congestionamento”).

Sábado, 2 de Agosto de 2008

QOS - Classificação e Marcação - prática


Olá pessoal,
essa será o primeiro post no blog.
Pretendo colocar neste blog tudo que estou aprendendo durante meus estudos para a certificação Cisco CCVP. Meu primeiro exame da certificação será o de QOS, por isso o assunto que tratarei no blog será este. Usarei o software GNS3 para fazer as simulações.